Ir para o conteúdo
  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Por que Tamaras?
  • Press & Blog
  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Por que Tamaras?
  • Press & Blog
Login
Olá
  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Por que Tamaras?
  • Press & Blog
  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Por que Tamaras?
  • Press & Blog
Login
  • Meu Perfil
  • Favoritos
  • Pesquisas
  • Meu Perfil
  • Favoritos
  • Pesquisas
Sair
05/09/2025
Marie Claire
Press
Acesse a matéria

A corretora sincera: A história de Tamara Stief, que criou um estilo só seu de influenciar e vender imóveis nas redes sociais.

Hoje são 286 mil “maramores”- ou seguidores – corretora de imóveis Tamara Stief, que viralizou no Instagram apresentando casas com jeito de amiga sincerona. “Esse apartamento é perfeito pra você que é herdeiro”, diz, sobre um imóvel nos “Jardãs”, em um vídeo com mais de 38 mil curtidas. E segue, vestida de camiseta branca, saia balonê e coturno: “Aqui nessa parte é bem tranquilo, você não ouve um pio, então você pode ficar o dia todo de chinelo, curtindo a vida, curtiu a night toda na champa Cristal…”

Bem menos relax é a vida de Tamara, que, nos últimos posts, tem aparecido com o filho caçula no sling. “Só fiquei dois meses de licença, voltei ao escritório faz 40 dias. Estou até com um pouco de sono, porque dormi pouco”, conta, durante a entrevista, entre um spray e outro de própolis na garganta. “Mas já bati minha meta.”

Coisas de não ser herdeira. Ou de ter gana de trabalhar mesmo. Tamara parece ter desde criança, quando, junto com a irmã gêmea, brincava de montar “lojinha” na frente de casa, em Campo Grande (MS). Filha de um veterinário e de uma dentista, logo quis ganhar o próprio dinheiro. “A gente tinha uma vida simples, porém digna. Eu pedia: ‘Mãe, quero uma calça de R$ 300’. Aí ela falava: ‘Posso dar da C&A. Não tenho dinheiro para Triton, Forum, Zoomp, Colcci… Se quiser, vai trabalhar.”

Tamara foi. Aos 14, começou como vendedora numa loja de shopping. “Viajava com a dona para São Paulo para selecionar coleções, ia na 25 de Março, passava três ou quatro dias estourando de comprar.” Sempre gostou de moda – o que mais tarde seria um dos diferenciais de seus vídeos. Chegou a desfilar num evento em Campo Grande (“Teve o Rodrigo Santoro, várias pessoas famosas”) e sonhava em seguir carreira de modelo morando sozinha na capital paulista. “Mas meu pai, mega ultraconservador, não deixou.”

Aos 18, Tamara se mudou de qualquer jeito. Conseguiu um emprego numa loja Diesel, depois na Calvin Klein, então na loja de decoração Micasa. E aí passou dos móveis para os imóveis. Hoje, aos 42 anos, acumula 15 como corretora. Até 2020, vendia principalmente apartamentos na planta. Então se viu incomodada com a gestão da imobiliária onde estava e com o mercado imobiliário em geral. “As construtoras vendiam muito caro, prometiam para o cliente um negócio maravilhoso. Chegava na hora da entrega, a entrega era meia boca.”

Veio a gravidez da primeira filha, veio a pandemia. Por três ou quatro anos, fazia vendas esporádicas, como autônoma, de imóveis de conhecidos. “Até que cansei de ficar em casa. Não sou essa pessoa que aceita ficar dependendo do marido, precisava me sentir produtiva.” Em 2023, colocou na cabeça que era hora de voltar a ganhar dinheiro. Foi quando surgiu a oportunidade de comercializar uma cobertura em Perdizes.

“Me dei um prazo: se eu vender esse apartamento em 30 dias, tá aqui a resposta. É isso que eu vou fazer.” Desta vez, resolveu inovar e gravar um vídeo. “Apoiei meu celular e saí falando.” Então abriu seu perfil no Instagram – até então privado –, postou o vídeo e pagou uns R$ 300 de impulsionamento da postagem. “Começou a bombar.. Um monte de visita! Falei: ‘Socorro, o que aconteceu?’” Resultado: vendeu em 20 dias e, em um mês, passou de menos de 2 mil para 20 mil seguidores. Estava no caminho certo.

“Como corretora, você tem duas dificuldades: de achar imóveis para vender e de achar interessados em comprar. Com o Instagram, consigo as duas coisas.” Segundo ela, hoje a imobiliária recebe cerca de 20 clientes por dia querendo comprar e uns 70 por semana querendo vender. Tantos que nem todos entram nos vídeos do Instagram. Alguns aparecem só no site da corretora.

Para dar conta da demanda que cresceu rapidamente, Tamara montou uma equipe de cerca de 20 pessoas, sendo dez corretores, e os outros em áreas de apoio – do marketing ao financeiro. O marido dela, que passou a ajudá-la já no segundo vídeo, acabou deixando um emprego em TI para também se dedicar ao negócio imobiliário. E um apartamento que eles tinham comprado pensando em deixar para a filha – e, enquanto ela não crescesse, para alugar via Airbnb – acabou virando a sede da empresa. Fica em um prédio dos anos 1950, na Alameda Tietê, nos Jardins, que é a cara dos imóveis que Tamara anuncia – a cara ou o piso, de taquinhos.

Tamara sente que falta personalidade e qualidade na maioria dos novos imóveis. “Gente, cadê a criatividade dos arquitetos? Se a gente pegar os projetos, as torres, parece que é tudo igual, não tem diferença. Tudo com aquele painel ripado de plástico, meio torto. Meu, o prédio já nasceu velho, já nasceu feio.” Um sonho: “E se a gente fosse um grande Sesc Pompeia, sabe? Se a cidade fosse um bando de prédios baixinhos, tijolinho aparente, concreto, tubulações aparentes, tudo muito verde, tudo integrado com a Mata Atlântica”. A realidade: “A gente não faz nada que tem a ver com o nosso clima. Torres comerciais, por exemplo, são todas de vidro espelhado. Nada fecha a conta”.

Outro incômodo com o mercado imobiliário: o dress code careta esperado – e muitas vezes exigido – dos corretores. “Obrigavam a usar salto, roupa social, até no domingo. Eu odiava.” No seu escritório, a regra é outra: “Aqui cada corretor tem seu jeito de vestir”. Parte do sucesso, acredita, vem da identificação com os clientes: “A gente tem a mesma vida. O mesmo lifestyle. Consegue falar de igual para igual”.

Outra parte, acredita, vem de dar a real sobre os imóveis de um jeito simples e direto. “Teve um casal de fora que queria Brooklin, e eu falei: ‘Amor, você já conhece City Lapa?’ Levei lá e eles se apaixonaram.” Ela mesma comprou uma casa que chegou a anunciar na City Lapa. “O que me ganhou foi que tinha uma casinha de árvore para as crianças brincarem”, diz.

“É tudo bem simples, rústico. Mas tem vista para o pôr do sol e grama para os meus filhos. A paz que vai me dar…” Para isso, teve que abrir mão da cobertura no Sumarezinho que tinha acabado de reformar por dois anos e que de repente pareceu inadequada para a nova configuração da família. Antes, porém, teve outra ideia: comprou o apartamento inferior para fazer um tríplex – e em seguida desistiu do plano. “Imagina criança subindo e descendo três andares o dia todo… Não ia funcionar.”

Então vendeu a cobertura, comprou a casa (térrea) e, enquanto ela passa por reforma, está morando no apartamento do andar de baixo, com metade dos seus pertences no depósito do prédio. O arquiteto disse que a obra vai levar três meses, ela já calcula que vai ser um ano. Mesmo corretoras de sucesso enfrentam seus dramas imobiliários pessoais.

EXCELÊNCIA IMOBILIÁRIA

  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Press & Blog
  • Por que Tamaras?
  • Termos e condições de uso
  • Política de privacidade
  • Imóveis
  • Cadastre seu imóvel
  • Press & Blog
  • Por que Tamaras?
  • Termos e condições de uso
  • Política de privacidade

Contato

Alameda Tietê, 689 – 72

São Paulo – SP, 01417​-020

(11) 9 7822 1158

CNPJ: 21.669.455/0001-74
CRECI: 44829-J

© Copyright 2026 | Tamaras – Todos os direitos reservados

desenvolvimento por noomad.global
Compartilhar

Compartilhe este imóvel

Escolha como deseja compartilhar

Copiar link
E-mail
Mensagem
WhatsApp
Messenger
Facebook
Twitter